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Autor Luís Paulo Araújo Dayrell
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A política de integração do setor automotivo argentino brasileiro para o MERCOSUL / Luís Paulo Araújo Dayrell (2001)
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Título : A política de integração do setor automotivo argentino brasileiro para o MERCOSUL Tipo de documento: documento electrónico Autores: Luís Paulo Araújo Dayrell, Autor Fecha de publicación: 2001 Número de páginas: 127 p. Nota general: Dissertação (Mestrado em Relações Internacionais)—Universidade de Brasília, Brasília, 2001. Idioma : Portugués Resumen: A política de integração do setor automotivo é o tema desta dissertação, em que investigo o padrão de processo decisório dos atores mais diretamente envolvidos Estes são burocracias ministeriais, os sindicatos de trabalhadores, os empresários e a OMC. que expressam seus interesses, negociando regras, lucros, benefícios, salários, estrategias de competição e solução de conflitos. Cada ator esta em um nível particular e tem tipos de poderes propnos devidos a sua posição no sistema político. No Período Preparatório (1988-1994). a política dos governos da Argentina e do Brasil motivou os empresários a direcionarem o comercio para o Mercosul, intensificando o intercâmbio de autoveículos e autopeças Em se orientando a organização produtiva para esse mercado, os atores incrementaram o debate sobre as disparidades de investimento e os desequilíbrios dos benefícios prove entes do comércio automotivo Ponderando as demandas dos atores, o governo brasileiro criou, durante o Período dos Acordos (1994-1999), um regime automotivo próprio, contestado pelo Japão. Coreia do Sul. EUA e União Europeia, na OMC. O regime automotivo brasileiro excitou as transnacionais a investirem no país, mas a integração no Mercosul desacelerou devido a disputa pelos investimentos Em conseqüência disso e da desvalorização do Real. o comércio de muitos setores produtivos minguou, ao extremo de surgirem contenciosos entre o Brasil e a Argentina, ameaçando a continuidade do Mercosul, sobretudo a partir de 2000 em diante. O conflito forma o padrão decisório dos atores presentes na política de integração automotiva: esta é a conclusão do autor. Fecha de ingreso : 20/01/2020 En línea: https://repositorio.unb.br/handle/10482/24615 Link: http://www.tprmercosur.org/pmb/opac_css/index.php?lvl=notice_display&id=11405 A política de integração do setor automotivo argentino brasileiro para o MERCOSUL [documento electrónico] / Luís Paulo Araújo Dayrell, Autor . - 2001 . - 127 p.
Dissertação (Mestrado em Relações Internacionais)—Universidade de Brasília, Brasília, 2001.
Idioma : Portugués
Resumen: A política de integração do setor automotivo é o tema desta dissertação, em que investigo o padrão de processo decisório dos atores mais diretamente envolvidos Estes são burocracias ministeriais, os sindicatos de trabalhadores, os empresários e a OMC. que expressam seus interesses, negociando regras, lucros, benefícios, salários, estrategias de competição e solução de conflitos. Cada ator esta em um nível particular e tem tipos de poderes propnos devidos a sua posição no sistema político. No Período Preparatório (1988-1994). a política dos governos da Argentina e do Brasil motivou os empresários a direcionarem o comercio para o Mercosul, intensificando o intercâmbio de autoveículos e autopeças Em se orientando a organização produtiva para esse mercado, os atores incrementaram o debate sobre as disparidades de investimento e os desequilíbrios dos benefícios prove entes do comércio automotivo Ponderando as demandas dos atores, o governo brasileiro criou, durante o Período dos Acordos (1994-1999), um regime automotivo próprio, contestado pelo Japão. Coreia do Sul. EUA e União Europeia, na OMC. O regime automotivo brasileiro excitou as transnacionais a investirem no país, mas a integração no Mercosul desacelerou devido a disputa pelos investimentos Em conseqüência disso e da desvalorização do Real. o comércio de muitos setores produtivos minguou, ao extremo de surgirem contenciosos entre o Brasil e a Argentina, ameaçando a continuidade do Mercosul, sobretudo a partir de 2000 em diante. O conflito forma o padrão decisório dos atores presentes na política de integração automotiva: esta é a conclusão do autor. Fecha de ingreso : 20/01/2020 En línea: https://repositorio.unb.br/handle/10482/24615 Link: http://www.tprmercosur.org/pmb/opac_css/index.php?lvl=notice_display&id=11405 Ejemplares
Código de barras Signatura Tipo de medio Ubicación Sección Estado 6094 DAY LIBRO Repositorio de tesis y disertaciones DISERTACIONES Disponible Aucun avis, veuillez vous identifier pour ajouter le vôtre !
A política de integração do setor automotivo argentino brasileiro para o MERCOSUL / Luís Paulo Araújo Dayrell (2001)
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Título : A política de integração do setor automotivo argentino brasileiro para o MERCOSUL Tipo de documento: documento electrónico Autores: Luís Paulo Araújo Dayrell, Autor ; Universidade de Brasília, Editor científico Fecha de publicación: 2001 Número de páginas: 134 p Nota general: Dissertação (Mestrado em Relações Internacionais)—Universidade de Brasília, Brasília, 2001. Idioma : Portugués Etiquetas: Indústria automobilística - Argentina - Brasil MERCOSUL Processo decisório Resumen: A política de integração do setor automotivo é o tema desta dissertação, em que investigo o padrão de processo decisório dos atores mais diretamente envolvidos Estes são burocracias ministeriais, os sindicatos de trabalhadores, os empresários e a OMC. que expressam seus interesses, negociando regras, lucros, benefícios, salários, estrategias de competição e solução de conflitos. Cada ator esta em um nível particular e tem tipos de poderes propnos devidos a sua posição no sistema político. No Período Preparatório (1988-1994). a política dos governos da Argentina e do Brasil motivou os empresários a direcionarem o comercio para o Mercosul, intensificando o intercâmbio de autoveículos e autopeças Em se orientando a organização produtiva para esse mercado, os atores incrementaram o debate sobre as disparidades de investimento e os desequilíbrios dos benefícios prove entes do comércio automotivo Ponderando as demandas dos atores, o governo brasileiro criou, durante o Período dos Acordos (1994-1999), um regime automotivo próprio, contestado pelo Japão. Coreia do Sul. EUA e União Europeia, na OMC. O regime automotivo brasileiro excitou as transnacionais a investirem no país, mas a integração no Mercosul desacelerou devido a disputa pelos investimentos Em conseqüência disso e da desvalorização do Real. o comércio de muitos setores produtivos minguou, ao extremo de surgirem contenciosos entre o Brasil e a Argentina, ameaçando a continuidade do Mercosul, sobretudo a partir de 2000 em diante. O conflito forma o padrão decisório dos atores presentes na política de integração automotiva: esta é a conclusão do autor. Fecha de ingreso : 04/02/2020 En línea: https://repositorio.unb.br/handle/10482/24615 Link: http://www.tprmercosur.org/pmb/opac_css/index.php?lvl=notice_display&id=11431 A política de integração do setor automotivo argentino brasileiro para o MERCOSUL [documento electrónico] / Luís Paulo Araújo Dayrell, Autor ; Universidade de Brasília, Editor científico . - 2001 . - 134 p.
Dissertação (Mestrado em Relações Internacionais)—Universidade de Brasília, Brasília, 2001.
Idioma : Portugués
Etiquetas: Indústria automobilística - Argentina - Brasil MERCOSUL Processo decisório Resumen: A política de integração do setor automotivo é o tema desta dissertação, em que investigo o padrão de processo decisório dos atores mais diretamente envolvidos Estes são burocracias ministeriais, os sindicatos de trabalhadores, os empresários e a OMC. que expressam seus interesses, negociando regras, lucros, benefícios, salários, estrategias de competição e solução de conflitos. Cada ator esta em um nível particular e tem tipos de poderes propnos devidos a sua posição no sistema político. No Período Preparatório (1988-1994). a política dos governos da Argentina e do Brasil motivou os empresários a direcionarem o comercio para o Mercosul, intensificando o intercâmbio de autoveículos e autopeças Em se orientando a organização produtiva para esse mercado, os atores incrementaram o debate sobre as disparidades de investimento e os desequilíbrios dos benefícios prove entes do comércio automotivo Ponderando as demandas dos atores, o governo brasileiro criou, durante o Período dos Acordos (1994-1999), um regime automotivo próprio, contestado pelo Japão. Coreia do Sul. EUA e União Europeia, na OMC. O regime automotivo brasileiro excitou as transnacionais a investirem no país, mas a integração no Mercosul desacelerou devido a disputa pelos investimentos Em conseqüência disso e da desvalorização do Real. o comércio de muitos setores produtivos minguou, ao extremo de surgirem contenciosos entre o Brasil e a Argentina, ameaçando a continuidade do Mercosul, sobretudo a partir de 2000 em diante. O conflito forma o padrão decisório dos atores presentes na política de integração automotiva: esta é a conclusão do autor. Fecha de ingreso : 04/02/2020 En línea: https://repositorio.unb.br/handle/10482/24615 Link: http://www.tprmercosur.org/pmb/opac_css/index.php?lvl=notice_display&id=11431 Ejemplares
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